maio 19, 2014

Conheça 10 tradições sexuais chocantes!


Existem tradições sexuais bizarras ao redor do mundo que você não sabia que existia. E se você pensa que sabe tudo sobre comportamento sexual, então aqui é o seu lugar!

Pessoas que bebem sêmen; masturbação pública, sexo em rituais e compartilhamento de esposas são algumas das bizarrices que você conhecerá nessa matéria!



1.  A tribo que bebe sêmen

Para se tornar um homem nesta tribo, aos setes os meninos são isolados das mulheres por dez anos. Durante os anos isolados a pele é perfurada para eliminar qualquer contaminação trazido por mulheres. Não é raro encontrar as crianças isoladas com o nariz sangrando e vômitos causados pelo alto consumo de cana. 

Os moleques ainda são obrigados a ingerir o sêmen dos mais velhos, na tradição da tribo o sêmen da força e ajuda no crescimento. Após os anos de confinamento os meninos, já homens,  retornam ao convívio com as mulheres. Eles continuam com o nariz sangrando - isso ocorre no mesmo período menstrual de suas esposas.




2. Bizarrice para alcançar a masculinidade

A primeira parte do rito dessa tribo Aboriginal envolve uma circuncisão onde o circuncidado ingere seu próprio prepúcio. Após a cicatrização, o pênis é cortado em todo o caminho até o escroto. O sangue é então é derramado sobre um fogo, com o objetivo de purificá-lo. 

A partir de então, o macho vai ruinar do lado de baixo do pênis em vez da uretra. A questão é como essas modificações afetam o macho na hora do sexo e consequentemente da reprodução?



3. Elas querem sexo tanto quantos os homens

Essa tribo que fica na Papua Guiné está a frente no quesito feminismo. Aqui as mulheres querem sexo tanto quanto os homens. As crianças do sexo feminino começam a ter relações sexuais entre 6 e 8 anos de idade, já os meninos começam entre 10 e 12 anos. 

Os jovens são estimulados a usarem roupas sensuais e praticarem algumas promiscuidades sexuais como ficar e participar de orgias. Após o casamento todo casal que sai para jantar pode receber um convite para troca de casais.



4. O lugar onde você pode assistir muito sexo e sangue

Se você quiser visitar o Haiti não deixe de conhecer as cachoeiras de Saut d'Eau, lá você pode assistir a um ritual bastante ousado. Durante o verão os adeptos do vodu escolhem as cachoeiras para adorar a deusa do amor.

Coisa muito normal, certo? Errado. Imagine um bando de pessoas sujas de lama e sangue de animais sacrificados, com cabeças de vacas e cabras pelo chão. Não deve existir nada mais exótico no exibicionismo.



5. Compartilhando a mesma esposa

De acordo com um artigo da Pyschology Today, "Poucas sociedades poliândricas praticam o que os antropólogos chamam de poliandria fraternal, onde irmãos compartilham a mesma esposa".

Este é o caso no Himalaia, onde há pouca terra disponível para a agricultura, as famílias com mais de um filho sofriam com a divisão de terra entre eles. A solução? Encontrar uma única esposa para todos os filhos, para que eles possam viver juntos como uma família e ainda manter os traços físicos intactos.




6. É permitido roubar as mulheres dos outros

Na tribo Wodaabe do Níger, na África Ocidental, os homens são conhecidos por roubar esposas uns dos outros. O Primeiro casamento de um cidadão da tribo é organizado por seus pais na infância e deve estar entre os primos da mesma linhagem. No entanto, no ano do Gerewol Festival, os homens da tribo usam maquiagem elaborada e fantasias para dançar e impressionar as mulheres - com o objetivo de roubar uma nova mulher. 

Se o novo casal não for descoberto, pelo marido da moça, então eles se tornam socialmente reconhecidos - restando o marido aceitar a relação da mulher com outro. Nesses casos a relação é chamada de casamento de amor.



7. Masturbação pública

Os faraós egípcios se masturbavam ritualmente para garantir abundância em água. O festival do Deus Min, representava a potência sexual do faraó, no evento os homens se masturbavam em público. O comportamento é justificado através do deus Atum's (o deus da ejaculação) que era considerado o guardião do Nilo.



8. Homossexualidade fora do armário

Os gregos antigos não utilizavam o sexo como um identificador social, da maneira como vemos nas sociedades ocidentais. Na antiga sociedade grega não se distinguia desejo ou comportamento sexual pelo sexo dos participantes, mas sim pelo papel que cada participante realizava no ato sexual, ativo ou passivo. 

Esta polarização ativo/passivo correspondia como dominante e submisso: o papel ativo estava associado a masculinidade, status social mais elevado, enquanto o passivo foi associado com a feminilidade, status social inferior.




9. A pederastia liberada

A "paidestastia", significa "amor menino", era a forma mais comum de relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo e se dava quando a relação envolvia um homem mais velho e um jovem adolescente. Um menino era considerado "menino", até ter barba cheia. 

O homem mais velho tinha a obrigação de cuidar do mais jovem como um filho. Amar um menino com idade inferior a de doze anos foi considerada inadequada, mas não existe nenhuma evidência de quaisquer penalidades legais inerentes a este tipo de prática.




10. Casamento temporário com muito sexo

Nós todos sabemos que as práticas muçulmanas estão entre algumas das mais rigorosas sobre as relações sexuais entre homens e mulheres. Por exemplo, os casais muçulmanos só estão autorizados a fazer sexo na posição do missionário. É considerado grosseiro e degradante para um homem ter relações em qualquer outra posição com sua esposa. 

No entanto, em certos países muçulmanos, como o Irã, um jovem casal que deseje ter relações sexuais antes do casamento, pode solicitar um "casamento temporário. Eles então pagam uma cerimônia onde é assinado um contrato onde é especificado quanto tempo serão "casados". Após assinar o contrato eles podem fazer sexo em qualquer posição sem contradizer a lei islâmica.​

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